Criança
Pesquisas no Blogue
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
"Um Amigo Verde" - Projeto sobre o ambiente
Este projeto, no âmbito do curso profissional técnico de apoio à infância, pretende que as crianças aprendam mais sobre o ambiente e reciclagem.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
O colar da Carolina (Cecília Meireles)
Com seu colar de coral,
Carolina
corre entre as colunas
da colina.
O colar da Carolina
colore o colo de cal,
torna corada a menina.
E o sol, vendo aquela cor
do colar da Carolina
põe cores de coral
nas colunas da colina.
Fonte: http://poemas-infantis.blogspot.pt/
Carolinacorre entre as colunas
da colina.
O colar da Carolina
colore o colo de cal,
torna corada a menina.
E o sol, vendo aquela cor
do colar da Carolina
põe cores de coral
nas colunas da colina.
Fonte: http://poemas-infantis.blogspot.pt/
quarta-feira, 6 de março de 2013
A Barata Diz Que Tem
A Barata diz que tem
Sapatinhos de veludo (2x)
É mentira da barata
O pé dela é que é peludo
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
O pé dela é que é peludo (2x)
A Barata diz que tem
Uma cama de marfim (2x)
É mentira da barata
Ela dorme é no jardim
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
Ela dorme é no jardim (2x)
A Barata diz que tem
Sapatinhos de fivela (2x)
É mentira da barata
Os sapatos não são dela
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
Os sapatos não são dela (2x)
Sapatinhos de veludo (2x)
É mentira da barata
O pé dela é que é peludo
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
O pé dela é que é peludo (2x)
A Barata diz que tem
Uma cama de marfim (2x)
É mentira da barata
Ela dorme é no jardim
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
Ela dorme é no jardim (2x)
A Barata diz que tem
Sapatinhos de fivela (2x)
É mentira da barata
Os sapatos não são dela
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
Os sapatos não são dela (2x)
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Visita de Estudo - Exposição " Um Chá para a Alice" e Museu do Brinquedo
No dia 7 de Fevereiro de 2013, realizou-se uma visita de estudo à exposição "Um Chá para a Alice" na Fundação Calouste Gulbenkian e ao Museu do Brinquedo.
Exposição "Um Chá para a Alice"
Exposição "Um Chá para a Alice"
Museu do Brinquedo
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Alice no País das Maravilhas
Alice e a sua irmã
descansavam debaixo de uma árvore, quando apareceu por ali um coelho branco com
um relógio de bolso. Curiosa, Alice corre atrás do coelho, que a leva à sua
toca, espreita para dentro dela e cai, vendo objetos “estranhos”. Após uma
aterragem segura no átrio, Alice vê uma mesa pequena e em cima dela havia uma
chave, e foi à procura da porta correspondente, até que encontra, apesar de ser
pequena para ela entrar.
Alice encontra uma
garrafa a dizer “beba-me” e, ao bebê-la, diminui de
tamanho, só que se esqueceu da chave em cima da mesa, sem conseguir alcançá-la.
Depois ela encontra um bolo a dizer “coma-me” e ao comê-lo, Alice fica enorme. Ela
volta a beber da garrafa até ficar novamente pequena e consegue atravessar pela
fechadura.
Alice entra num mundo
onde nunca esteve antes. Enquanto seguia o caminho pelo mundo desconhecido, a
menina encontra uma lagarta que a aconselha a tirar um pedaço do lado direito de
um cogumelo para poder voltar ao tamanho normal. Alice obedece e assim que o
fez, seguiu o mesmo caminho.
Ainda desorientada,
Alice entra numa floresta onde encontra o Gato a sorrir para ela. A menina
pede-lhe que lhe indique o caminho que deve seguir. O Gato disse que se
seguisse o caminho, iria encontrar o Chapéu Maluco e a Lebre de Março. A menina
assim o fez e encontrou-se com os dois, que lhe pediram para acompanhar a hora
do chá. Alice reparou nas personalidades loucas deles e saiu dali, assustada.
Mais tarde, Alice via-se no meio de flores e relva… Tinha
entrado no jardim real da Rainha de Copas. Uns soldados estavam pintar as rosas
brancas de vermelho, correndo o risco de a Rainha lhes cortar a cabeça caso
visse rosas brancas no seu jardim. A menina ofereceu-se para os ajudar.
No entanto, um soldado
roubou um bolo da rainha e foi levado a julgamento. Alice, apesar de não saber
de nada, foi para o julgamento como testemunha. De repente, durante o
julgamento, Alice cresce até ficar enorme outra vez. A Rainha, que estava
presente no julgamento, ordenou aos seus soldados a expulsarem a menina do seu
reino. Alice fugiu com medo.
Nesse instante, Alice
acordou com a voz da sua irmã. Afinal, tudo aquilo foi um sonho.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
A Lagartixa
(Da Costa e Silva)
.
A um só tempo indolente e inquieta, a lagartixa,
Uma réstia de sol buscando a que se aqueça,
À carícia da luz toda estremece e espicha
O pescoço, empinando a indecisa cabeça.
.
Ei-la aquecendo ao sol; mas de repente a bicha
Desatina a correr, sem que a rumo obedeça,
Rápida num rumor de folha que cochicha
Ao vento, pelo chão, numa floresta espessa.
.
Traça uma reta, e pára; e a cabeça abalando,
Olha aqui, olha ali; corre de novo em frente
E outra vez, pára, a erguer a cabeça, espreitando…
.
Mal um inseto vê, detém-se de repente,
Traiçoeira e sutil, os insetos caçando,
A bater, satisfeita, a papada pendente…
Fonte:
http://poemas-infantis.blogspot.pt/
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Brinquedo
Foi um sonho que tive:Era uma grande estrela de papel,
Um cordel
E um menino de bibe.
O menino tinha lançado a estrela
Com um ar que semeia a ilusão;
E a estrela ia subindo, azul e amarela,
Presa pelo cordel à sua mão.
Mas tão alto subiu
Que deixou de ser estrela de papel.
E o menino, ao vê-la assim, sorriu
E cortou-lhe o cordel.
Miguel Torga, Diário I, 1941
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
A Lebre e a Tartaruga
- Eu corro pra lá eu corro pra cá, eu corro pra lá eu corro pra cá, ninguém na floresta me pode vencer, pois igual a mim ninguém pode correr!
No entanto, nesse momento, andando bem sossegada, surgiu dona Tartaruga, caminhando pela estrada.
- Tralalá lá lá lá lá, lá vou eu devagarinho, carregando a minha casa, pelas curvas do caminho!
Mas a lebre era matreira, zombava da tartaruga, cantando dessa maneira:
- Lá vem dona tartaruga, vem andando sossegada, vou sair da frente dela pra não ser atropelada!
Porém dona Tartaruga, não gostou da cantoria, pôs a cabeça de fora e berrou com valentia:
- Ora, deixe de ser prosa! Aposto a minha vida como hei de vencê-la numa corrida!
- Aceito o desafio. Amanhã bem cedinho, prometo vir encontrá-la, na curva do caminho.
E saiu em disparada, pra avisar a bicharada.
E assim, na manhã seguinte, bem cedo ao nascer do dia, lá estavam todos os bichos, a torcer com alegria!
O tigre de guardachuva, o macaco de cartola, a cobra de saia e blusa e o sapo de camisola.
E em meio do entusiasmo e da alegria geral, rompeu a famosa banda do maestro picapau!
E a bicharada gritava numa encontida alegria, quando o macaco apitou, dando início a correria.
A lebre saiu correndo em tamanha disparada e ao fim de poucos instantes, sumiu na curva da estrada.
Entretanto a tartaruga, andava tão devagar, que os bichos em zombaria, começaram a cantar:
- Lá vem dona tartaruga, vem andando sossegada, vou sair da frente dela pra não ser atropelada!
E a lebre, onde andará?
Ela que tanto correu, já devia estar de volta! Que foi que lhe aconteceu!
- Puxa, como estou cansada, porque fui correr assim. A tartaruga a essa hora, deve estar longe de mim. Sabem que mais? - Vou dormir enquanto espero por ela. Depois de correr um pouco, e passar a frente dela.
E a lebre adormeceu, tranquilamente a sonhar. Enquanto isso a tartaruga, foi passando devagar.
Todavia, horas mais tarde, a pobre lebre acordou e vendo a noite cair, apavorada ficou!
- Céus, já está anoitecendo, preciso sair correndo.
E sem pensar em outra coisa, foi saindo em disparada, quando ouviu soar ao longe, o canto da bicharada!
- Salve a dona tartaruga, tartaruga destemida, deixou a lebre para tras e venceu a corrida!
Dona lebre só vivia a correr o dia inteiro, porém dona tartaruga, andando chegou primeiro!
E a lebre desapontada, afinal compreendeu esta bonita lição que a tartaruga lhe deu.
Não desdenhemos dos fracos e as vezes é bom pensar!
Fonte:
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
As Crianças
As crianças a brincar
E eu a olhar,
Sei deixar de pensar
Se iria voltar a ficar igual.
Estão sempre a cantar
E fazem-nos dançar,
São doces e carinhosos
E estão sempre babosos.
São a nossa razão de viver,
Nascem de nós
Tal como os nossos avós.
Eles são o fruto do nosso amor
E não nos deixam dor,
São traquinas e brincalhões
E estão nos nossos corações.
Fofinhos são
Tristes não ficaram,
Com o nosso amor e carinho
Apetece dar mais um beijinho.
E eu a olhar,Sei deixar de pensar
Se iria voltar a ficar igual.
Estão sempre a cantar
E fazem-nos dançar,
São doces e carinhosos
E estão sempre babosos.
São a nossa razão de viver,
Nascem de nós
Tal como os nossos avós.
Eles são o fruto do nosso amor
E não nos deixam dor,
São traquinas e brincalhões
E estão nos nossos corações.
Fofinhos são
Tristes não ficaram,
Com o nosso amor e carinho
Apetece dar mais um beijinho.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
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