Criança
Pesquisas no Blogue
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
O colar da Carolina (Cecília Meireles)
Com seu colar de coral,
Carolina
corre entre as colunas
da colina.
O colar da Carolina
colore o colo de cal,
torna corada a menina.
E o sol, vendo aquela cor
do colar da Carolina
põe cores de coral
nas colunas da colina.
Fonte: http://poemas-infantis.blogspot.pt/
Carolinacorre entre as colunas
da colina.
O colar da Carolina
colore o colo de cal,
torna corada a menina.
E o sol, vendo aquela cor
do colar da Carolina
põe cores de coral
nas colunas da colina.
Fonte: http://poemas-infantis.blogspot.pt/
quarta-feira, 6 de março de 2013
A Barata Diz Que Tem
A Barata diz que tem
Sapatinhos de veludo (2x)
É mentira da barata
O pé dela é que é peludo
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
O pé dela é que é peludo (2x)
A Barata diz que tem
Uma cama de marfim (2x)
É mentira da barata
Ela dorme é no jardim
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
Ela dorme é no jardim (2x)
A Barata diz que tem
Sapatinhos de fivela (2x)
É mentira da barata
Os sapatos não são dela
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
Os sapatos não são dela (2x)
Sapatinhos de veludo (2x)
É mentira da barata
O pé dela é que é peludo
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
O pé dela é que é peludo (2x)
A Barata diz que tem
Uma cama de marfim (2x)
É mentira da barata
Ela dorme é no jardim
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
Ela dorme é no jardim (2x)
A Barata diz que tem
Sapatinhos de fivela (2x)
É mentira da barata
Os sapatos não são dela
Ah, ah, ah, eh, eh, eh,
Os sapatos não são dela (2x)
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Visita de Estudo - Exposição " Um Chá para a Alice" e Museu do Brinquedo
No dia 7 de Fevereiro de 2013, realizou-se uma visita de estudo à exposição "Um Chá para a Alice" na Fundação Calouste Gulbenkian e ao Museu do Brinquedo.
Exposição "Um Chá para a Alice"
Exposição "Um Chá para a Alice"
Museu do Brinquedo
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Alice no País das Maravilhas
Alice e a sua irmã
descansavam debaixo de uma árvore, quando apareceu por ali um coelho branco com
um relógio de bolso. Curiosa, Alice corre atrás do coelho, que a leva à sua
toca, espreita para dentro dela e cai, vendo objetos “estranhos”. Após uma
aterragem segura no átrio, Alice vê uma mesa pequena e em cima dela havia uma
chave, e foi à procura da porta correspondente, até que encontra, apesar de ser
pequena para ela entrar.
Alice encontra uma
garrafa a dizer “beba-me” e, ao bebê-la, diminui de
tamanho, só que se esqueceu da chave em cima da mesa, sem conseguir alcançá-la.
Depois ela encontra um bolo a dizer “coma-me” e ao comê-lo, Alice fica enorme. Ela
volta a beber da garrafa até ficar novamente pequena e consegue atravessar pela
fechadura.
Alice entra num mundo
onde nunca esteve antes. Enquanto seguia o caminho pelo mundo desconhecido, a
menina encontra uma lagarta que a aconselha a tirar um pedaço do lado direito de
um cogumelo para poder voltar ao tamanho normal. Alice obedece e assim que o
fez, seguiu o mesmo caminho.
Ainda desorientada,
Alice entra numa floresta onde encontra o Gato a sorrir para ela. A menina
pede-lhe que lhe indique o caminho que deve seguir. O Gato disse que se
seguisse o caminho, iria encontrar o Chapéu Maluco e a Lebre de Março. A menina
assim o fez e encontrou-se com os dois, que lhe pediram para acompanhar a hora
do chá. Alice reparou nas personalidades loucas deles e saiu dali, assustada.
Mais tarde, Alice via-se no meio de flores e relva… Tinha
entrado no jardim real da Rainha de Copas. Uns soldados estavam pintar as rosas
brancas de vermelho, correndo o risco de a Rainha lhes cortar a cabeça caso
visse rosas brancas no seu jardim. A menina ofereceu-se para os ajudar.
No entanto, um soldado
roubou um bolo da rainha e foi levado a julgamento. Alice, apesar de não saber
de nada, foi para o julgamento como testemunha. De repente, durante o
julgamento, Alice cresce até ficar enorme outra vez. A Rainha, que estava
presente no julgamento, ordenou aos seus soldados a expulsarem a menina do seu
reino. Alice fugiu com medo.
Nesse instante, Alice
acordou com a voz da sua irmã. Afinal, tudo aquilo foi um sonho.
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