Origamié a arte tradicional japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas de uma peça de papel. O origami usa apenas um pequeno número de dobras diferentes, que no entanto podem ser combinadas de diversas maneiras, para formar desenhos complexos. Durante séculos não existiram instruções para criar os modelos origami, pois eram transmitidas verbalmente de geração em geração. O Origami tornou-se uma forma de arte muito popular, conforme indica uma impressão em madeira de 1819 intitulada "Um mágico transforma folhas em pássaros", que mostra pássaros a serem criados a partir de folhas de papel.
Era uma vez uma menina que vivia na casinha com a sua mãe. Todos que a conheciam chamavam-lhe Capuchinho Vermelho porque ela andava sempre com um capuz vermelho que a sua avó lhe fez.
Um dia, a avó de Capuchinho Vermelho adoeceu e mãe pediu à sua filha para ir visitá-la, levando uma cesta com bolinhos e um pote de mel. A mãe também avisou-a para ter cuidado para não usar o caminho da floresta e para não falar com desconhecidos.
A Capuchinho assim fez, mas durante o caminho decidiu entrar na floresta para apanhar umas flores. De repente, aparece um lobo que lhe perguntou aonde ia ela. A Capuchinho, pensado que o lobo era simpático, disse-lhe que ia visitar a sua avó que estava doente e que levava bolinhos e um pote de mel para ela. O lobo matreiro aconselhou-a a utilizar o caminho da floresta, dizendo que aquele era o caminho mais rápido para a casa da avó. A Capuchinho agradeceu e foi pela floresta, enquanto o lobo foi por um atalho.
Quando chegou à casa da avó, o lobo bateu à porta e entrou assim que a avó disse que podia entrar, pois pensava que era a Capuchinho Vermelho. O lobo comeu a avó, depois vestiu as suas roupas e deitou-se na cama à espera da Capuchinho Vermelho.
Quando a Capuchinho Vermelho chegou à casa da sua avó, bateu à porta e o lobo disse para ela entrar porque a porta estava encostada. A Capuchinho Vermelho estranhou o aspeto da avó e perguntou: «Ó avó, mas que orelhas tão grandes!»; ao que o lobo respondeu: «são para te ouvir melhor»; a menina continuou: «Ó avó, mas que olhos tão grandes!»; o lobo respondeu: «são para te ver melhor, minha querida»; a menina, mais uma vez, perguntou: «Ó avó, que boca tão grande!». O lobo gritou: «é para te comer melhor!». A Capuchinho Vermelho desatou a correr para a porta com o lobo atrás dela. Pouco depois, o lobo perdeu-a de vista, mas não se importou e pôs-se a dormir. A Capuchinho Vermelho pediu ajuda a um caçador, que andava à procura do lobo, e disse-lhe que o lobo comeu a sua avó. A menina e o caçador encontraram o lobo a dormir junto a um lago. O caçador abriu a barriga do lobo e de lá saiu a avó de Capuchinho Vermelho. Depois, a menina encheu a barriga de pedras e os três deixaram o lobo a dormir. Quando acordou, o lobo tinha muita sede e foi ao lago beber água, mas com a barriga cheia de pedras, caiu para dentro do lago e afogou-se.
A Capuchinho Vermelho, a avó e o caçador comeram os bolinhos e o pote de mel para comemorarem de tudo estar bem. A menina aprendeu a lição e jurou nunca mais desobedecer à mãe nem falar com desconhecidos.
Indo eu, indo eu,
a caminho de Viseu,
Indo eu, indo eu,
a caminho de Viseu,
Encontrei o meu amor,
ai Jesus que lá vou eu,
Encontrei o meu amor,
ai Jesus que lá vou eu,
Ora zuz, truz, truz,
ora zás, traz, traz,
Ora zuz, truz, truz,
ora zás, traz, traz,
ora chega, chega, chega,
ora arreda lá p'ra trás,
ora chega, chega, chega,
ora arreda lá p'ra trás.
Vindo eu vindo eu
da cidade de Viseu
Vindo eu vindo eu
da cidade de Viseu
Deixa lá o meu amor
o que me bem aborreceu
Deixa lá o meu amor
o que me bem aborreceu
Ora zuz, truz, truz,
ora zás, traz, traz,
Ora zuz, truz, truz,
ora zás, traz, traz,
ora chega, chega, chega,
ora arreda lá p'ra trás,
ora chega, chega, chega,
ora arreda lá p'ra trás.
Ai, ai, ai, minha machadinha
Ai, ai, ai, minha machadinha
quem te pôs a mão, sabendo que és minha.
quem te pôs a mão, sabendo que és minha.
Sabendo que és minha, também eu sou tua,
Sabendo que és minha, também eu sou tua,
salta machadinha, para o meio da rua.
salta machadinha, para o meio da rua.
No meio da rua, não hei-de eu ficar
No meio da rua, não hei-de eu ficar
Hei-de ir à roda, buscar o meu par
Hei-de ir à roda, buscar o meu par